Balanço final
- Irina Vaz Mestre

- 31 de dez. de 2016
- 2 min de leitura
Dei por mim a acordar, no último dia do ano, com as galinhas (e cheia de fome). A casa em silêncio. O que não é fácil, porque por estes dias a casa está cheia de irmãos, sobrinhos, primos, tios, cães e gatos.
No silêncio da ainda madrugada, e depois de umas belas torradas e uma caneca de café bem quente, dei por mim a fazer o balanço final deste ano.
Eu e o meu companheiro de vida e de muitas vidas (quero eu acreditar), antes do ano acabar temos sempre a tradição de ir almoçar ou jantar, levamos connosco o nosso caderno e, em conjunto, traçamos metas para o ano que se avizinha. É giro porque olhamos para o que escrevemos no ano anterior e, normalmente, em traços gerais, tudo se realiza. É o nosso caderno de visualização e guia para durante o ano.
E o meu balanço final normalmente tem o seu início e fim nesse mesmo almoço e/ou jantar.
Hoje foi diferente. O silêncio da ainda madrugada arrastou os meus pensamentos para este ano de 2016, que começa logo com o meu aniversário (faço anos logo no início de janeiro).
Em jeito de conclusão, acho que o que mais se destacou foi o facto de ter conseguido aprimorar em mim a serenidade interior. Com os percalços da vida, os que acontecem e aqueles que imaginamos acontecer, é fácil deixarmo-nos guiar pelo medo e paralisarmos.
É fácil, mas tão fácil, aprisionarmo-nos e ficarmos refém deste sentimento que, para mim, é o maior bloqueador de tudo e é a energia que mais nos impede de sermos com alma, de fazermos com alma, de sentirmos com o coração.
Então, em jeito de conclusão, acho que o que mais se destacou foi o facto de ter tomado decisões a olhar para o coração. Foi o facto de ter aprendido a confiar e foi o facto de deixar ir, sem querer nadar contra a corrente, que é o mesmo que dizer, sem ter dado ouvidos ao medo.
Avancei com um terceiro filho. Simplesmente porque ouvi o coração. Aguardei e aguardo com serenidade novas propostas e desafios que o Universo tenha para oferecer, simplesmente porque confio que nada vai ser deixado ao acaso. Sinto-o dentro de mim. Sei que será assim.
A decisão de aumentar a minha família, de seguir o meu propósito de vida, de gerar mais um ser com os valores que esta Humanidade precisa não pode nunca ser uma má decisão.
Então, e em jeito de conclusão, e desculpem-me o que vou escrever, mas esta é a mensagem que quero mesmo passar, para mim e para quem me quiser ler: que se lixe o medo, porque eu vou sempre acreditar, e com isso, vou ser mais feliz!
Um 2017 cheio de pequenas e grandes conquistas, para toda a Humanidade. Que o amor nos acompanhe, sempre!
For love, with love.
IVM
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